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21-09-2018

os croissants do Oita voltaram…”,
aqueles croissants de chocolate...”,
Foram estas algumas das frases que se ouviram (e leram nas redes sociais), num tom nostálgico, aquando da reabertura da Croissanteria do Oita.

A origem da Croissanteria do Oita remonta a 1984, precisamente no mesmo local que é nos dias de hoje - no 1º andar do centro comercial Oita. A manifesta especialização do seu fabrico - o croissant, por si só diferenciadora, aliada à privilegiada localização que desfrutava no novíssimo centro comercial, catapultaram para a criação de uma referência no público aveirense.

A Croissanteria foi o ponto de encontro de uma geração ou mesmo de várias gerações.
Colegas de trabalho que se encontravam ao pequeno-almoço, grupos de alunos que combinavam uma “ida aos croissants”, casais de namorados que culminavam os seus passeios domingueiros e amigos que se reuniam após uma sessão de cinema. A Croissanteria e o próprio Oita deixaram uma boa recordação por quem aqui passou.

Mas como tudo na vida, tudo tem o seu tempo. Em 2000, com o surgimento de novos espaços comerciais, mais atrativos para o público local em detrimento das lojas tradicionais, a Croissanteria decidiu encerrar, deixando um sentimento saudoso (e um sabor agridoce) por muitas pessoas que conheciam a loja e o Oita.

E, passados 17 anos, uma dessas pessoas, empreendedora e com vontade de reviver as boas recordações que tinha, decidiu pôr as mãos na massa para ressuscitar uma marca que estava adormecida em Aveiro.

Em 2016, Anabela Brandão abordou os ex-proprietários, investiu no espaço, juntou os conhecimentos necessários, desenhou menus atrativos para os consumidores, recebeu formação na nossa casa (Ferneto) para aprimorar algumas técnicas e abriu portas a 8 de Fevereiro de 2017 com vontade de preencher o vazio instalado na loja do 1º andar do Oita.

Sem apostar em qualquer divulgação, para além das evidências físicas do espaço, a Croissanteria do Oita passou a ser o tema de conversa nas ruas e nos murais do Facebook, criando um grande boom de clientela inicial nas primeiras semanas, completamente inesperado para Anabela e sua equipa.

As filas crescentes, dia após dia, os inimagináveis pedidos de última hora e o desejo fervoroso por parte de algumas pessoas que não entendiam o caráter artesanal da sua produção, implicaram em resignação de vendas para a Croissanteria, onde a inflexibilidade de horário do centro comercial também foi impeditiva para a oferta de um serviço condizente à sua imagem. O encerramento antecipado da loja “fecha às 16h” e a limitação de venda “1 croissant por pessoa” foram “males necessários” que tiveram de ser implementados.

Passada a (boa) tempestade inicial, a Croissanteria encara o dia-a-dia numa ação de permanente melhoria do seu produto, serviço e do seu negócio.
Para Anabela, sem qualquer prepotência que entendemos nas suas palavras, o croissant do Oita é verdadeiramente simples, mas igualmente rigoroso nos parâmetros de qualidade que definira para o seu portfolio de produtos, que podemos sintetizar:

  • O rigor na escolha de todas as suas matérias-primas, desde as manteigas utilizadas na massa folhada até aos recheios salgados que necessita adquirir,
  • A análise das características dos ingredientes que utiliza, como é o exemplo da água que difere de região para região,
  • Os métodos de conversação que implementa nas diferentes fases de produção do croissant,
  • A adoção de diferentes técnicas como é o caso do “simples” mas difícil fabrico de ovos-moles, onde procurou uma textura que se adequasse ao barrar do seu croissant,
  • O olhar crítico do seu produto, a 360 graus, com sucessivos testes na procura de mais sabor, mais qualidade e de uma melhor experiência no consumo,
  • O incentivo para um espírito de equipa em que todos podem contribuir para mudanças positivas, valorizando a experiência e a criatividade dos seus quadros,
  • A seleção de uma carteira de fornecedores que cumpre com os seus requisitos e que também possa, independentemente da sua posição, contribuir para o aperfeiçoamento do seu produto e serviço, fazendo jus à sua filosofia,
  • E todo o conhecimento empírico que coleta dentro e fora de portas para poder fazer sempre melhor,

 

São alguns dos ingredientes que compõem a sua receita, muito bem-sucedida. Todavia, existem outros desafios com que a Croissanteria se depara, sobretudo a necessidade de atração de público à sua casa.

Os croissants de chocolate e ovos-moles ou de vitela são essenciais para gerar mas é igualmente importante chegar a mais consumidores, dentro ou fora de portas.
O croissant de fim de semana com leitão à bairrada e a maldita quarta-feira são algumas ações dentro de loja. Já no exterior, a Croissanteria aderiu ao food truck, criando uma rulote para poder estar noutras localizações, aproximando-se da população e, porque não, participar em eventos temáticos.

E assim foi um final de tarde passado na Croissanteria, na simpática e entusiástica companhia de Anabela Brandão que nos deu a conhecer a história da nova Croissanteria até então. Aproveitamos para agradecer a confiança depositada na Ferneto e fazemos votos de muito sucesso para esta marca que ainda tem muito para oferecer a Aveiro.



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